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	<title>Contos de M &#187; Reflexões</title>
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	<description>Desastres, delicias, desencontros e doideras</description>
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		<title>Contos de M &#187; Reflexões</title>
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		<title>Sonho.</title>
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		<pubDate>Thu, 12 Feb 2009 23:56:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Juliana Correia</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Eu estava numa floresta bem verde, e haviam muitos caminhos. Eu sabia que eu queria ir para algum lugar específico, mas não sabia exatamente qual e nem que caminho tomar. Uma névoa branca me encobriu devagarinho e eu senti tudo se acalmar. Quando dei por mim, eu estava dividida em quatro, com estilos muito diferentes [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=contosdem.wordpress.com&blog=5926039&post=63&subd=contosdem&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p>Eu estava numa floresta bem verde, e haviam muitos caminhos. Eu sabia que eu queria ir para algum lugar específico, mas não sabia exatamente qual e nem que caminho tomar. Uma névoa branca me encobriu devagarinho e eu senti tudo se acalmar. Quando dei por mim, eu estava dividida em quatro, com estilos muito diferentes e cada uma ia tomando o seu caminho. Eu, a &#8216;verdadeira&#8217; eu, ficava parada no mesmo lugar, envolta e gelada, esperando que alguma de mim encontrasse o tal caminho certo. Uma Juliana de vestido hippie saiu cantarolado uma música por um caminho que levava até um rio agitado e viu um menino sentado numa pedra, de violão na mão. Ele fazia rimas e colocava notas no violão &#8211; estendeu a mão para mim e quando a toquei pude ver além: nós dois deitados no capô do carro olhando as estrelas, ele cantando e me olhando fundo nos olhos, os poemas que ele me mandaria por e-mail. Quando as mãos se desencostaram, o rio já não era rio, porque tudo era cinza e eu via os copos de whisky dele quebrados pelo chão, os maços de cigarro entulhados no sofá e todas as incertezas que eu tinha sobre a fidelidade dele. Aquele não era o caminho certo. Uma outra Juliana, de calça jeans e camiseta, seguia prática por uma trilha acima da montanha -até deparar-se com um menino de óculos estudando algumas pedras. Era uma possibilidade séria, linear e calma &#8211; um relacionamento garantido e razoável, eram beijos amenos e telefonemas escassos. Era cinema dia de domingo. Ela tremeu com o frio da saudade da emoção. E com os sentimentos, o que faria? Ela não sabia ser rasa, nem pedra. Não era aquele caminho também. Uma Juliana de pijama comprido, andava sonâmbula no meio das flores, encontrou um grande e querido amigo, que quando a abraçou, fez-a se sentir bastante amada, protegida e desejada sendo exatamente o que ela era. Um abraço firme e gostoso, um sorriso generoso, uma mão carinhosa e a tranquilidade do que já é velho e conhecido. Eles dançariam na boate indie, veriam os filmes cults nas salas de arte e sairiam para comer tendo suas intermináveis conversas. O problema é que ela sabia não poder corresponder a beleza daquele sentimento dele. Melhor procurar outro caminho. Por fim, uma Juliana com trajes de mulher responsável, saia lápis e terninho, entrava numa caverna e se deparava com aquele caso-que-nunca-acaba-ou-se-resolve. Um bate-papo certeiro, a certeza de alguém que sempre a espera e sempre sabe o que dizer, o vazio de não sentir nada e só curtir os beijinhos e olhar naqueles olhos e não se afogar e sentir aquele toque e não estremecer nadinha. Eram as festas dançantes e as dirigidas em dia de sol. Todas as Julianas tinham feito caminhos errados. Todas evaporaram e a névoa se esvaiu. Eu sentei na terra, senti o cheiro da grama e chorei. Eu senti bem dentro de mim que todos aqueles caminhos eram parte da minha história. Eu podia estar acompanhada, mas não estava. Eu não sabia escolher porque eu não sabia lidar e viver com a humanidade daquelas pessoas &#8211; o cara que me fazia chorar de emoção no portão também era um galinha que olhava para outras ; o cara que sabia dançar comigo como ninguém também era ainda moleque e muitas vezes me magoava com seu egoísmo, o menino sério e inteligente era também muito impessoal e frio e até mesmo o menino que me compreendia como ninguém, acabava por beber demais ou brigar por excesso de ciúmes. O que eu podia fazer? Como escolher? Não existe homem certo. Nem caminho certo. Me dou conta disso e paro de chorar. Me dou conta disso e paro de sonhar. Abro os olhos e acordo sozinha outra vez. Vida real, ai vou eu.  Homem real, ai vou eu.</p>
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		<title>Todo o sentimento&#8230;</title>
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		<pubDate>Tue, 03 Feb 2009 20:58:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Larissa Dantas</dc:creator>
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		<category><![CDATA[O que não tem remédio]]></category>
		<category><![CDATA[Reflexões]]></category>
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		<description><![CDATA[As pessoas são como um presente. Elas sempre vêm em diversos tipos de embrulhos: bonitos, coloridos, simples, machucados&#8230;até sem embrulhos. Os bem bonitos chegam como os presentes de natal ou de aniversário. Alguns desses presentes que nos chegam são fáceis de serem abertos, já outros têm o embrulho tão forte que temos que rasgar o [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=contosdem.wordpress.com&blog=5926039&post=60&subd=contosdem&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p><em><strong>As pessoas são como um presente.</strong></em> Elas sempre vêm em diversos tipos de embrulhos: bonitos, coloridos, simples, machucados&#8230;até sem embrulhos. Os bem bonitos chegam como os presentes de natal ou de aniversário. Alguns desses presentes que nos chegam são fáceis de serem abertos, já outros têm o embrulho tão forte que temos que rasgar o papel até descobrir o que é o presente. A verdade é que já fui iludida com embrulhos bem bonitos, e me surpreendi bastante ao ver que o presente não era tão valioso como eu pensava ser. Por isso, percebi que por mais caprichoso que seja o embrulho, o valor real está no presente. É bom quando há a troca de presentes. Como é bonito compartilhar as surpresas que existem dentro dos embrulhos. Claro que os bons presentes também vêm recheados de dificuldades, obstáculos e incertezas, já que os encontros sempre nos causam dúvidas. Mas vamos lá. Vamos trocar os presentes. Vamos desembrulhar os presentes bons que existem na vida. Vamos abri-los para descobrir um amigo, um amor&#8230;na maioria dos presentes sempre existe um vale-surpresa que vale a pena ser usado.</p>
<p>Há os presentes que talvez nunca sejam abertos. Por isso, já me questionei a razão de alguns presentes ficarem tanto tempo embrulhados. Eu, por exemplo, sou um desses presentes. Não que exista o medo de rasgar o embrulho. Mas sempre há o receio de que o presente encontrado não supere a expectativa de quem o abriu.</p>
<p><em><strong>A beleza real está no encontro</strong></em>: de quem abre o presente e se identifica com ele. Seria sempre bom se nos encantássemos pelo embrulho e nos apaixonássemos pelo presente. Porém, isso nem sempre é possível. Por isso, nós passamos a tentar abrir todos os embrulhos que encontramos pela vida a fora. Nos encantamos e desencantamos, até encontrar os verdadeiros presentes.</p>
<p>Ainda há tempo para mudar o que existe dentro do presente. Clarice Lispector já dizia que o <em>“mude”</em> deve acontecer, devagar&#8230;sem pressa. Para que possamos sentir cada mudança. Cada momento. Cada sensação. <strong>E cada maneira de ser nós mesmos. Por isso, a gente sempre se encontra pela vida.</strong></p>
<p><em>“[...] Te encontro, com certeza</em><em> </em></p>
<p><em>Talvez num tempo da delicadeza </em></p>
<p><em>Onde não diremos nada</em></p>
<p><em> Nada aconteceu </em></p>
<p><em>Apenas seguirei, como encantado </em></p>
<p><em>Ao lado teu”</em></p>
<p><em> </em><em>(Todo o sentimento &#8211; Chico Buarque e Cristóvão</em> Bastos)</p>
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		<title>O que eu também não entendo&#8230;</title>
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		<pubDate>Fri, 02 Jan 2009 20:29:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Juliana Correia</dc:creator>
				<category><![CDATA[O que não tem remédio]]></category>
		<category><![CDATA[Reflexões]]></category>
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		<description><![CDATA[ 
Agonia dessa minha absoluta falta de resolução, dessa mesma medida utilizada para mesurar a vontade de ter certeza e o pavor que eu tenho de ter certezas e me sentir imobilizada por elas. Não aceitação dessa vida com tanta falta de vida, tanta covardia perante as coisas, tanto desencontro com essa vontade de amor aventureiro. [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=contosdem.wordpress.com&blog=5926039&post=49&subd=contosdem&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:small;font-family:Times New Roman;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:small;font-family:Times New Roman;">Agonia dessa minha absoluta falta de resolução, dessa mesma medida utilizada para mesurar a vontade de ter certeza e o pavor que eu tenho de ter certezas e me sentir imobilizada por elas. Não aceitação dessa vida com tanta falta de vida, tanta covardia perante as coisas, tanto desencontro com essa vontade de amor aventureiro. Bode desses caras que acham a gente “demais”; “o máximo”; “totalmente pra casar”; “maravilhosa” e se cagam de medo – porque se ficarem com a gente agora, é como se casassem agora, e aí nenhum fica mas todos prometem voltar, mas ainda falta muito tempo até eu começar a me considerar com idade pra casar. Sou um bom partido de coração partido? Eu sei o quanto dói isso. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:small;font-family:Times New Roman;">Raiva de tanta cantada de homem comprometido. Nojo de tanta mulher achando que é o sonho consumível rebolando na direção correta, sem perceber que não passa de carne pendurada em cabide de açougue. Tenho raiva de quem pede só picanha, só alcatra, só maminha. Mas tenho ainda mais raiva de quem se submete a ser só esses pedaços. Ojeriza da transformação de “relação” para “negociação”. Raiva de encontrar exs e fazer cara de samambaia como se todos os nossos diálogos anteriores tivessem sido “oi, passa o Nescau?” ou “pois é, você viu que jogão o do palmeiras?” e não “te amo demais” ou “vai amor, mais forte, tá gostoso” ou como se todos os momentos tivessem sido apenas uma descidinha desconfortável pelo elevador ou uma colisão desastrada numa avenida – não foram, sabe? Se bem me lembro, acho que havia aquela conversa clichê de cumplicidade-cafuné no sofá-troca de segredos – intimidade&#8230; Raiva do que fizemos com isto depois que isto não é mais isto (ou angústia pelo que não soubemos fazer?). Vontade de vomitar de pavor e impaciência total pra esses meninos bombados e descamisados andando em bandos na micareta – queridos, vão para a biblioteca malhar a massa encefálica. Mais impaciência ainda de quem se acha a azeitoninha da empada porque tá “pegando” algum desses brutamontes neandertais. Raiva de quem “pega” alguém. Incompreensão absoluta dessa minha insistência de errar nas mesmas coisas sempre, de amar tanto algumas pessoas que nem ligam pra mim, nem sabem mais que dia é o meu aniversário, de não conseguir dar chances a quem pede chances. Incompreensão de mim mesma, vontade de me beliscar por me sentir inferior quando eu deveria me sentir confiante e de me sentir prepotente quando eu deveria ser simpática. Incompreensão de achar que todo esse lance de relacionamento e romantismos seja tão complexo e mirabolante e ver tanta gente fazendo soar (e acontecer) de forma tão simples&#8230; </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"> </p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"> </p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><a href="http://www.youtube.com/watch?v=kPu200ogx40]"><span style="text-align:center; display: block;"><a href="http://contosdem.wordpress.com/2009/01/02/o-que-eu-tambem-nao-entendo/"><img src="http://img.youtube.com/vi/kPu200ogx40/2.jpg" alt="" /></a></span></a></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"> </p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;">O que desejo em 2009 é que, como dizem o Chico e a Gal nessa coisa linda que é samba do grande amor, a gente não mude de calçada quando apareça uma flor e nem dê risada do grande amor.</p>
  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/contosdem.wordpress.com/49/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/contosdem.wordpress.com/49/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/contosdem.wordpress.com/49/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/contosdem.wordpress.com/49/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/contosdem.wordpress.com/49/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/contosdem.wordpress.com/49/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/contosdem.wordpress.com/49/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/contosdem.wordpress.com/49/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/contosdem.wordpress.com/49/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/contosdem.wordpress.com/49/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=contosdem.wordpress.com&blog=5926039&post=49&subd=contosdem&ref=&feed=1" /></div>]]></content:encoded>
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		<title>Eu nasci há dez mil anos atrás&#8230;</title>
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		<pubDate>Sat, 27 Dec 2008 19:14:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Larissa Dantas</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Reflexões]]></category>
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		<description><![CDATA[Eu estava aqui pensando no quanto tenho uma alma velha. Não sei se é bem “alma velha”. Talvez eu tenha nascido na década, no século errado. Não sei. Não sou adepta dessa tecnologia toda, desses amores promíscuos, dessa falta de compostura, dessa loucura que é o século XXI. O que é isso? Às vezes me [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=contosdem.wordpress.com&blog=5926039&post=46&subd=contosdem&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:small;font-family:Times New Roman;">Eu estava aqui pensando no quanto tenho uma alma velha. Não sei se é bem <strong>“alma velha”.</strong> Talvez eu tenha nascido na década, no século errado. Não sei. Não sou adepta dessa tecnologia toda, desses amores promíscuos, dessa falta de compostura, dessa loucura que é o século XXI. O que é isso? Às vezes me sinto um peixinho fora d’água. Gosto de Beatles, gosto do <strong>frio</strong>, gosto dos amores platônicos, gosto de seguir meus princípios, queria morar no <span style="color:black;"><strong>Château de Versailles</strong> </span>e participar dos grandes bailes de gala, ou como diria um grande amigo: “Ter nascido índio”. Mas é bom frisar: índio aqui no Brasil, antes do descobrimento. Dá pra imaginar o quanto era gostosa essa liberdade perigosa? Sem trânsito, sem um mal-educado te xingando no carro ao lado, porque você é cautelosa. Sem tanta desigualdade. É claro que sei que os tempos eram outros, que havia outros tipos de problema. Mas eu queria só um pouquinho disso: <strong>liberdade</strong>. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:small;font-family:Times New Roman;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:small;font-family:Times New Roman;">Eu sou <strong>antagônica</strong>. Queria ser índia queria morar no <strong><span style="color:black;">Château de Versailles</span>&#8230;</strong>na verdade, só acho que estou no tempo errado. <span lang="EN-US">Não posso escutar “I Want To Hold Your Hand” (Beatles). </span>Parece que entro em um estado metafísico. É uma sensação gostosa, boa, feliz. Como se eu estivesse recordando os velhos tempos, tempos que não vivi. Que loucura! É algo inexplicável. Quem sabe um dia alguém me explique? Será que o sabidão Freud me explica?</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:small;font-family:Times New Roman;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:small;font-family:Times New Roman;">Sinceramente, espero que eu mesma me ache nesse lago de confusões que eu mesma faço. Afinal, vocês já pararam pra pensar que nós mesmos fazemos nossas confusões, que nós somos os Zé’s, que nós, com a loucura dos outros também, construímos nossas próprias loucuras? Pois bem, somos os responsáveis por essas confusões todas. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:small;font-family:Times New Roman;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:small;font-family:Times New Roman;"><strong>Me perdi.</strong> Porque, eu, realmente, achava que era o “ser estranho” perdido nessa imensidão de mundo. Mas não. Eu só não sou igual aos outros. Não saí do mesmo molde. Gosto de coisas que nem todo jovem gosta, mas também tenho meu lado jovial. Afinal, o motor 2.0 está aqui pra ser ligado e usado. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"> </p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:small;font-family:Times New Roman;"><strong><em>Vamos passear pela vida! </em></strong></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><strong><em></em></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="text-align:center; display: block;"><a href="http://contosdem.wordpress.com/2008/12/27/eu-nasci-ha-dez-mil-anos-atras/"><img src="http://img.youtube.com/vi/KQ0geVSXTN8/2.jpg" alt="" /></a></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><strong><em></em></strong></p>
  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/contosdem.wordpress.com/46/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/contosdem.wordpress.com/46/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/contosdem.wordpress.com/46/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/contosdem.wordpress.com/46/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/contosdem.wordpress.com/46/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/contosdem.wordpress.com/46/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/contosdem.wordpress.com/46/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/contosdem.wordpress.com/46/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/contosdem.wordpress.com/46/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/contosdem.wordpress.com/46/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=contosdem.wordpress.com&blog=5926039&post=46&subd=contosdem&ref=&feed=1" /></div>]]></content:encoded>
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